Fardin Atuarial

  • Gestão Atuarial e Previdenciária para RPPS

    Soluções de custeio para RPPS e Auditoria Atuarial Independente.

  • Política de Investimentos dos RPPS

    Política anual de investimentos dos recursos dos RPPS conforme exigência da CMN, mediante o envio à Secretaria de Políticas de Previdência Social (SPPS), do Demonstrativo da Política de Investimentos (DPIN).

  • Soluções de Custeio para RPPS

    Analise do plano de custeio e benefícios, indicando novas fontes de custeio necessárias ao desenvolvimento e sustentabilidade do sistema previdenciário.

  • Auditoria Atuarial Independente, Estudos, Pareceres Técnicos e Perícia

    Assessoria para o Ente Patronal, Autarquias, Sindicatos e Legislativo.

  • Planos de Assistência à Saúde

    Assessoria Técnica, Legal para Manutenção e Implantação de Planos de Saúde ao Servidor Público.

  • Previdência Complementar (EFPC) e Seguros

    Elaboração de Estudos de Viabilidade para Implantação de Previdência Complementar, análise de carteira de Seguros e Projetos específicos de Custeio.

PORQUE NOS ESCOLHER

Com mais de 15 anos de experiência, somos uma empresa sólida, com grande Know how e reconhecimento público

Leia mais

O QUE FAZEMOS

A Fardin Assessoria Atuarial é especialista em gestão atuarial e previdenciária. Desenvolvemos nossos serviços

Leia mais

EQUIPE FARDIN

Nossa equipe é formada por profissionais atuantes no ramo de previdência pública e privada, capazes de solucionar

Leia mais

Uma visão atuarial nos Regimes Próprios de Previdência Social

Neste artigo, abordaremos a importância dos cálculos atuariais para a estruturação dos Regimes Próprios de Previdência Social, diferenciando-se de tempos passados em que os Fundos Previdenciários não exigiam tal responsabilidade, comprometendo, como sabido, os valores pagos a títulos de aposentadorias ou pensões. Lembremos os famosos casos dos "Soldos de Coronéis".

Um dos pontos mais importantes refere-se às diferenças entre os Regimes de Financiamentos adotados pelos Sistemas Previdenciários, caracterizados principalmente por: Regime Repartição Simples e Regime de Capitalização.

No primeiro caso, Repartição Simples, é o regime de financiamento utilizado pelo Regime Geral de Previdência Social (INSS). Sua característica principal é o rateio das despesas de um determinado período entre o grupo de participantes na ativa (contribuintes formais). Como a característica do grupo de pessoas em atividade está demonstrando que o mesmo está diminuindo e que a população de segurados está, a cada ano, vivendo mais (maior longevidade), o sistema gerido pelo INSS, dentre outras causas, encontra-se em grande dificuldade para custear as despesas assumidas pelos benefícios concedidos. Este modelo é conhecido como "pacto entre gerações", em que a mais nova geração paga os benefícios gerados pela mais antiga. Nele, as contribuições são crescentes ao longo do período ou, como já foi visto, os valores de benefícios são reduzidos.

Já no que diz respeito ao Regime de Capitalização, que constituem as Reservas Matemáticas, os Fundos Previdenciários dos Regimes Própriosde Previdência (RPPS), por adotarem este sistema de contribuição, estão tecnicamente estruturados atuarialmente, pois tal sistema contributivo caracteriza-se pela poupança da própria aposentadoria do servidor, na qual cada um contribui para custear seu próprio benefício ao longo do tempo.

Os Regimes Próprios, por possuírem a característica de garantirem um valor determinado de benefício no futuro, são chamados de "Modelos de Planos de Benefício Definido". Este é um modelo técnico, por força de Lei Federal, que traduz um maior comprometimento de gestão por parte dos dirigentes dos Regimes Próprios, pois os mesmos se obrigam a garantir, independentemente dos retornos financeiros obtidos e "dos resultados dos cálculos atuariais", os valores dos benefícios futuros assumidos como responsabilidades do Fundo Previdenciário.

Podemos concluir que são iminentes a execução e aplicação das recomendações do correto cálculo atuarial, bem como de uma gestão financeira adequada para garantir o retorno mínimo da meta atuarial, resultando, no balanço do sistema, o almejado e também exigido equilíbrio financeiro e atuarial. 

José Guilherme Fardin
Matéria Publicada na Revista do Previmpa n. 3 Nov de 2010.

 


Newsletter

Mantenha-se informado. Artigos, notícias, dicas:

Siga-nos